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HISTÓRIA DA RAÇA


James Little

Tudo começou na Nova Zelândia, região denominada Corriedale, era o ano de 1866 e o Ovinocultor James Little preocupado em melhorar a qualidade do seu rebanho começa a fazer cruzamentos entre raças, com um único propósito: realizar um sonho; criar um ovino destinado a oferecer vantagens que as demais raças não conseguiram: produzir boa quantidade de carne e também lã: nascia o Corriedale.




Utilizando o método de consangüinidade que é o cruzamento de diversas raças, James Little escolheu 4000 ovelhas puras Merinas e as acasalou com 100 carneiros puros Lincoln. Da produção destes acasalamentos selecionou 1000 ovelhas fêmeas e 20 machos e acasalou-os. Da produção obtida James Little fez uma rigorosa seleção, separando os animais cujas características correspondiam plenamente a um ovino de dupla aptidão, num equilíbrio de 50% carne e 50% lã.




Willian Soltau

Oito anos mais tarde em 1874, o criador Willian Soltau Davidson com os mesmos propósitos realizou cruzamentos da Raça Merino com Leicester e Border Leicester ajudando assim na formação da Raça.

O verdadeiro Corriedale é formado de 50% Merino,30% Lincoln,15% Leicester e 5% Border Leicester, como mostra esta figura da época. O Corriedale só foi oficialmente reconhecido como raça pura em 1911 quando foi criado o Flock Book brasileiro, que é o livro de registros da raça.

O Corriedale tem que ter bom porte e deve dar a impressão de um animal de grande vigor e ótima constituição,que se manifesta em sua formação própria para a produção de carne e lã. Possui quartos e paletas bem carnudos já que são os responsáveis pelas partes carniceiras da Raça. Deve ostentar um andar ágil e de grande vitalidade, o que lhe confere uma boa capacidade de deslocamento. Sendo um animal de duplo propósito ele deve ser equilibrado, apresentando um esqueleto bem constituído e um velo pesado, extenso e de ótima qualidade. Com lã cobrindo bem todo o seu corpo com exceção das virilhas e axilas, o Corriedale possui mechas relativamente longas, bem definidas, carnudas, densas e com ondulações pronunciadas e proporcionais a finura das fibras. Lã branca, de bom toque e bem lubrificada, com diâmetro médio variando de 26,5 a 30,9 micrômetros. Com estas características a lã produzida por um Corriedale tem um alto valor industrial, bom rendimento no peso o que deixa qualquer produtor satisfeito com seu rebanho.







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